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Faculdade, muitos certificados, alguns anos de empresa e muita frustração.

Em uma empresa no ano de 2015, três colegas conversam sobre um outro profissional.
“Eu admiro Ernesto, ele me acompanhava sempre que eu tinha dúvidas ou dificuldades. Comecei a ter noção do quanto às ferramentas de gestão eram importantes e tive mais resultados no meu trabalho, graças à paciência dele! Aliás, eu nem sabia que essas ferramentas existiam. Como é bom vê-lo crescer na empresa não é mesmo?! Ele merece”, disse Letícia, no intervalo do trabalho, em frente ao bebedouro, junto aos seus colegas Francisco e Débora.
“Ernesto? Nem a faculdade terminou ainda… o que sabe Ernesto sobre administração, mercado financeiro e ferramentas de gestão?”, diz rindo, Francisco, que atua há sete anos como analista sênior do setor financeiro
da empresa.
Com muita ironia, Débora, analista sênior com dez anos de casa opina: “Para você ver… o que as pessoas valorizam nessa empresa, um cara que nem terminou a faculdade, que não tem 30% dos nossos títulos e conhecimento, é considerado o ‘bom’”.

Em 2017, Ernesto, após concluir dois anos de serviços prestados na empresa, assume a gerência do setor administrativo, pois nesse período concluiu a faculdade. Desenvolveu e tornou estratégicas algumas pessoas
do seu setor, aumentando consideravelmente os resultados dali e, consequentemente, de toda a empresa.

Estudante de administração, se especializou em alguns outros cursos. Desta forma, Ernesto vai percorrendo o trajeto do conhecimento, aprendendo e ensinando os que estão a sua volta.

Débora e Francisco, muitos títulos, cursos, algumas faculdades, mais cursos, anos de empresa e várias frustrações.
Ainda precisam entender que não serão mais seus muitos títulos internacionais e cursos de alto nível que garantirão reconhecimento profissional!
Enquanto estão a se queixar e reclamar de Ernesto e da empresa que não os reconhece, de forma passiva, estão a se matricular em mais cursos e cursos, acreditando que o problema é o meio, o problema é a empresa e que a única saída é buscar um outro lugar para trabalhar, ou talvez mais uma titulação.

Assim, justificam seus resultados, como falta de oportunidade, injustiça, politicagem e outros mais infinitos argumentos para alguns anos de estagnação na vida.

Aqui está a diferença entre TER CONHECIMENTO e SER O CONHECIMENTO.
O que você tem feito com os vários aprendizados que tem adquirido nesta vida?

Sempre digo que conhecimento bom é aquele que coloco em prática. É aquele que é capaz de melhorar e evoluir a vida de outras pessoas do meio em que você faz parte. Se seu conhecimento não faz isso, você está limitado. Por meio do seu saber, você com certeza vai se posicionar mais longe do que aqueles que não o buscam. Porém, chegará um momento que você ficará estagnado, como é o exemplo de Débora e Francisco, e a única forma dele te levar adiante, será quando o seu conhecimento deixar de servir a você em primeiro lugar para então estar a serviço da vida de outras
pessoas.

Quem é você na trajetória da vida?

Se talvez em algum momento sente que estagnou, que precisa de algo à mais, talvez seja hora de rever seu posicionamento.
De rever…Para quem e Para que o seu conhecimento tem servido!?

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